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CONVERSA COM TOMA MUTEBA LUNTUMBUE

29 Março 2019 | Sexta-feira | 18h Entrada livre

Toma Muteba Luntumbue – historiador de arte, artista, educador e curador independente leciona na École de Recherche Graphique (ERG) e na escola nacional de artes plásticas La Cambre em Bruxelas, Bélgica. O seu principal foco no trabalho curatorial é a memória, as dinâmicas urbanas e as transformações territoriais na cidade, a manipulação dos resíduos media, a iconografia nacional, as imagens no contexto pós-colonial congolês. Foi o diretor artístico da 4ª e 5ª Bienal de Lubumbashi, Rencontres Picha em 2015-2017. O seu trabalho curatorial inclui as exposições: “Ligablo” na Royal Library of Belgium (2010-11), “Transferts” no BOZAR Centre for Fine Arts, Bruxelas (2003), “Table Manners” no Kapelle van Groeningen, Kortrijk (2003), “Démarcations” no Centre Wallonia Brussels em Paris (2005), “Exitcongomuseum” no Royal Museum for Central Africa em Tervuren (2000-2001).

Foi diretor artístico da plataforma DesignfabKinshasa na Académie des Beaux-Arts de Kinshasa, 2014-2015. Enquanto artista, Toma Muteba Luntumbue teve exposições individuais na Cité Miroir em Liège 2017, Bélgica, na La Chaufferie em Estrasburgo, França, no Aquarium em Valenciennes, França e na galeria Extraspazio em Roma. Participou em exposições coletivas internacionais em espaços de arte de prestígio tais como o S.M.A.K. (Municipal Museum of Contemporary Art) em Ghent, MuHKA Museum of Contemporary Art Antwerp, Marta Herford na Alemanha, Kunsthalle em Budapeste, Hungria, e no Migros Museum of Contemporary Art em Zurique, Suíça.

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CONVERSA COM EMEKA OGBOH

17 de Setembro de 2019 | Terça-feira | 18:00
Morada: Rua Damasceno Monteiro 12, Graça
Entrada livre
Conversa em inglês

Sufferhead Original é um projecto de cerveja artesanal inspirado nos gostos e experiências alimentares dos africanos que vivem na Europa e comunica alguns dos estereótipos recebidos, políticas de diferença e integração associadas ao seu destino expatriado. A cerveja Sufferhead é desenvolvida com base no feedback da interacção com os africanos que vivem na Europa, e essas interacções cobriram tópicos sobre migração, assimilação e multiculturalismo. Os dados resultantes inspiraram o desenvolvimento da receita da cerveja.

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CHRISTABELLE PETERS

Novembro 2018

Christabelle Peters é escritora e teórica cultural. Atualmente, é professora de história cultural e política da América Latina na Universidade de Bristol e é especializada na interconexão entre raça e identidade nacional nos países de língua espanhola e portuguesa da orla Atlântica. É autora de Cuban Identity and the Angolan Experience (Nova Iorque: Palgrave Macmillan, 2012). O seu novo projeto, Angola after Colonialism: Race, Politics and National Identity (Bloomsbury/I. B. Tauris, livro a ser publicado futuramente) propõe um paradigma alternativo ao ‘Atlântico negro’ de Paul Gilroy para investigar a raça nas sociedades hispânicas e lusófonas. Para o centro de investigação artística do Hangar, em Lisboa, coordena o programa ‘Lisboa, África na Europa’, que investiga as possibilidades de uma conceptualização multilingue e multirregional da diáspora africana.

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Conversa com Sammy Baloji e Filip de Boeck

24 de Março de 2018
18:00 – 20:00
Hangar – Centro de Investigação Artística

Sammy Baloji e Filip De Boeck falarão do seu livro Suturing the City: Living Together in Congo’s Urban Worlds (2016) e da sua exposição Urban Now: City Life in Congo, que estará patente em Lisboa a partir do final de Março (Galeria Av. da Índia).

Moderação: Ana Balona de Oliveira

Organização:
Ana Balona de Oliveira, Pensando a Partir do Sul: Comparando Histórias Pós-Coloniais e Identidades Diaspóricas através de Práticas e Espaços Artísticos, Transnational Perspectives on Contemporary Art: Identities and Representation, CASt-IHA-FCSH-NOVA e Visual Culture, Migration, Globalization and Decolonization, CITCOM-CEC-FLUL 

Mónica de Miranda, Post-Archive: Politics of Memory, Place and Identity, CITCOM-CEC-FLUL

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CONVERSA COM IRIT ROGOFF

20 de Outubro, 2017 (Sexta-feira), 19h
Entrada Livre

“Ampliação – Densidades Locais e Circulações artísticas Globais ”

Actualmente existem histórias de arte muito ricas e densas e práticas locais que envolvem a especificidade do lugar, a sua designação histórica bem como particularidades sociais, políticas e culturais. Assim que estas práticas começam a circular amplamente, são reduzidas a uma simples linguagem significante que pode ser acolhida pelo mundo internacional da arte. Nesta palestra, a reflexão proposta sobre esta problemática assenta na constatação de que não se pode reproduzir a totalidade de uma especificidade local pela circulação do trabalho, mas ao mesmo tempo, é preciso encontrar alguma forma que tenha significado a nível internacional. Que ferramentas temos à nossa disposição para repensar esta dupla modalidade das artes em circulações global?

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GRADA KILOMBA | CONVERSA COM A ARTISTA

3 de Novembro, 2017 (Sexta-feira), 19h
Entrada Livre

O Hangar em parceria com as edições Orfeu Negro e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa organiza uma conversa pública com a artista Grada Kilomba moderada por Manuela Ribeiro Sanches. A artista falará sobre sua prática artística com um destaque sobre o livro “Memórias da Plantação: Episódios do Racismo Diário”, com apoio da vídeo-documentação da leitura encenada de episódios que exploram o racismo quotidiano em forma de histórias psicanalíticas, vinculando teoria pós-colonial com narrativa lírica. A combinação dessas duas palavras, plantação e memórias, descreve o racismo não apenas como o reencenar de um passado colonial, mas também como realidade traumática actual.

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CROSSWORDS – CROSSED WORLDS — CONVERSA

24 Setembro 2016 19h00
© Zineb Sedira

A conversa centrar-se-á nas diversas formas em que o texto é usado na arte visual.
Do seu uso não como significante mas como matéria, à encarnação em som através em que palavras traduzidas se transformam em espelhos que reflectem memória pessoal e identidade, a discussão terá o propósito de desenlear a relação inter-semiótica entre palavras e imagens.
Dirigida pela curadora Gabriela Salgado com a participação dos artistas Zineb Sedira e Reynier Leyva Novo esta conversa forma parte do projecto de investigação dirigido por Mónica de Miranda “Post Archive” no CEC.
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Conversa com Keith Piper e Roshini Kempadoo, organizada por Mónica de Miranda no âmbito do seu projecto de investigação POST-ARCHIVE.
Este projecto e esta conversa olha para o arquivo como uma ferramenta crítica para conceptualizar o valor heurístico da história, da herança e da memória, em debates sobre os discursos pós-coloniais. As respostas ao arquivo colonial são uma corrente significativa na cultura do fim do séc. XX e início do séc. XXI. Em muitos contextos diferentes e recorrendo a vários media visuais, os artistas tem vindo a criticar e a desconstruir mitos e estereótipos de identidade dominantes na cultura Ocidental. As questões teóricas que informam este assunto incluem a relação entre estética e política, formas de resistência, a estrutura e operacionalidade dos esterótipos culturais nas culturas visuais, questões de agência cultura, a relação entre pós-colonialismo e feminismo, hibridismo cultural e a apropriação inter-cultural.
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PERSONAL GEOGRAPHIES, ART AND THE SELF — CONVERSA

2 Junho 2016 19h
© Phoebe Boswell, Dadangu, 2016

Seminário organizado no âmbito do PROGRAMA PARALELO da exposição KIN com Christabelle Peters, Giulia Lamoni e Carlos Garrido Castellano, organizado por Mónica de Miranda.
Casa, imigração, memórias, África, objecto, demolição, diáspora. Casa, imigração, memórias, África, objecto, demolição, diáspora.
‘LIVE SALON’ – FAISAL ABDUL ALLAH – PERFORMANCE L WORKSHOP L MASTERCLASS

5/11 – 19.30
PERFORMANCE
6/11- 16.30 >19h30
WORKSHOP PARA JOVENS
7/ 11- 19.30 > 21h
MASTERCLASS – Arte e Comunidade

FAISAL ABDUL ALLAH

The art of Abdu’Allah and his contemporaries in the early 1980s can be evaluated in a manner that fills an important void within available scholarship on the subject of contemporary art in relation to Afro-British culture. What began as an artistic gesture in the 1980s more fully materialised in the early twenty-first century as a complete conceptual approach that questioned issues of race and identity in relation to issues of cultural diversity and multiculturalism. Abdu’Allah’s work broke away from the British artistic establishment and the rules of institutional representation, particularly insofar as he began selecting his subjects from émigré utopia, Afro-British social consciousness, Muslim identity, and working-class life. He also integrated other views of London, portraying it as a city of dislocated communities that were powerless in the existing world of art.

Excerpt from ‘The Art of Dislocation’ by Professor Barbaro Martinez-Ruiz, Michaelis School of Fine Art, University of Cape Town.
http://faisalabduallah.com/

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‘“GHOST” ARTIST TALK PERSONAL ARCHIVES: MEMORY, IDENTITY AND MIGRATION

OCTOBER 23, 2015 @ 19:00 – 23:00
ALIA SYED + CHILA KUMARI BURMAN + ANJALIKA SAGAR
Chair : Bruno Leitão
organized by Mónica de Miranda
entrada livre

This Artist Talk, organised by Mónica de Miranda, is part of the Hangar research program. Working in partnership with CEC (Centre of Comparitive Research, Lisbon) and Train (Research Center of Transnational, London) it will relay and broaden ideas encouraged by the “GHOSTS” exhibition.

The talk will examine the role of the artist as researcher, analysing issues raised by the work of the artists concerning identity politics, the relationship between art, globalisation and subjectivity, in an age of increasing migration and global diaspora communities.

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HANGAROUND

Matiné Angolana
Música + Cinema + Almoço
Domingo 13 de Setembro com Chalo Correia, Jorge Mendonça Oliveira

Program

Hangaround: || Matiné Angolana || Música + Cinema + Almoço || Domingo 13 de Setembro com Chalo Correia, Jorge Mendonça Oliveira

Almoço Angolano – 13h ( sujeito a reservas geral@hangar.com.pt )

Carnaval da Victória de António Olé (Cinema)- 15h30 (entrada Livre)

Chalo Correia (Concerto-baile)- 17h30 (entrada Livre)

Chalo Correia (voz, guitarra, harmónica) + Galiano Neto (percussão , voz) + João Louro (guitarra)

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